Posts Tagged ‘música’

Terra de nosso CEO

17/10/2016
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Móveis Planejados de Acaju

30/05/2011

é o título de matéria minha publicada projeto Open Business II – Negócios Abertos América Latina sobre os Móveis Coloniais de Acaju.

A banda foi escolhida pelo Overmundo entre os exemplos de soluções inovadoras de organização, geração de material artístico e inserção na economia da cultura. E, realmente, ali parece se confirmar um sólido caminho alternativo, que é singular e ao mesmo tempo pode oferecer ideias para outros músicos e artistas em geral.

O foco do material é na economia da cultura, mas também pelo som deles vale conferir. Do que conhecia até aqui, eu tinha a impressão de uma banda criativa, original e cheia de energia, mas que às vezes se perdia um pouco na própria efervescência. O segundo (e atual) disco já achei bem interessante, parece que pelo amadurecimento – e pela contribuição do experiente produtor, o Miranda – eles dosaram melhor a “feijoada búlgara” nas composições e nos arranjos, o que realçou os sabores.

Prosódia de telejornal

13/08/2010

A música já temos… É só encaixar a letra.

Hard rock

12/08/2010

– Depois que o Toby nasceu, tudo pareceu ganhar mais perspectiva…

Man, você é pago para não ter perspectiva.

2 de julho

03/07/2010

E sepultar bem longe / O que restou da camisa…

Dúvida

27/08/2009

Michael era a luz

ou a mariposa

– ou o perfeito ideograma que as funde?

Músicas

25/08/2008

A alegria é uma melodia

A tristeza é um ritmo

E vice-versa

Meu lado (meio) punk

08/04/2008

Se o Fim do Mundo vale um poema, por que não o seu meio? No fim das contas, o Meio do Mundo é uma espécie de fim-de-mundo, ou de findo-mundo.

Aqui vai uma letra que escrevi e que foi musicada pelo grande Flávio Dieguez – jornalista-poeta-sábio-cientista maluco e parceiro de composições, além de amigo querido.

Eu tinha até premusicado na cabeça. Era um hardcore duro feito pedra desidratada. Não comentei com o Flávio, pra ver o que dava. Saiu do violão algo bem interessante entre rock’n’roll, blues e folk acústicos. Uma gaita e um limãozinho completariam bem, quer me parecer.

O MEIO DO MUNDO

O meio do mundo

E eu tateio uma borda
Quem deu à luz o escuro
Quem forneceu a corda

Eu vou pro abismo
E quero companhia
Eu vou pro abismo
Mais dia menos dia

O preço não tem liberdade, o raso da cidade
O rádio que é relógio, o galo, a discórdia
A hóstia que engorda e acalma o pecado
São Pedro e o Diabo contando o pescado

Eu vou pro abismo
E quero companhia
Eu vou pro abismo
Procuro um atalho

O meio do mundo
Imagine na ponta
Quem deu leite à fome
Quem ninou a morta

O peso não tem gravidade, o grave da verdade
O ácido que é lógico, o ralo, a escória
A têmpora que encosta e esquenta a espingarda
São Pedro e o Diabo contando o pescado

Eu vou pro abismo
Me dê a mão, último amigo
Quero alguém pra se abismar comigo

Like a dead duck

06/04/2008

Pesquisadores do MIT constataram que o VT (tônus vital, pela sigla em inglês) de um brokenhearted corresponde ao de um pato morto.

Assim, não obstante inusitada, provou-se verdadeira a expressão de língua inglesa “feeling like a dead duck”, imortalizada pela banda Jethro Tull (os registros não esclarecem se a imagem foi cunhada pela banda ou a precede).

Também descobriram os cientistas que o riff “cangancangangangan”, com a respectiva paradinha, consolidou-se como dublê semântico da citada metáfora – ou seja, seu perfeito substituto. No experimento, voluntários fizeram associação espontânea e imediata entre o toque de guitarra e as palavras, e vice-versa.

Coisas da semiótica.

O Fim do Mundo

28/03/2008

Extra: prorrogada a temporada de Manu Maltez e Grupo Cardume na Casa de Francisca. Além do próximo, todos os sábados d’ abril (ver post anterioire).

Aproveito e publico aqui o poema que escrevi para acompanhar “Fim-do-mundo”, música instrumental do disco As Neves do Kilimanjaro.

 

O Fim do Mundo não é quando,
É onde:

Disso os antigos já carecas, com escorbuto
E arrepio.

Começa onde dormiu a última estrela,
e onde três meninos de galochas,
cientificamente,
caçam o rosto de ser meninos…
Esquecem de algum futuro.

Sua primeira namorada é um porquinho-da-índia?
Ou já amantes de sereias?
Sereia-traíra, sereia-lambari, sereia-cascudo.

O fim-do-mundo é um bagre azul
Que leva as estrelas no bucho,
Espadana dentro da poça morna de um piano
Ronronca num contrabaixo
E estrebucha na saída do túnel de metal de um sopro.

O fim do mundo é bom:
É o fim do fim da picada
Começo de um começo
Deus se des-re-inventando
Cobra verde caçando a própria cauda
Imprópria alma
Em algum muro de alguma grande cidade.

 

O Fim do Mundo não é relato
É fato
Que acabou.

 

 

 

 

 


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