Archive for the ‘Novidades’ Category

Brasília vai a São Paulo para tarde literária

21/11/2010

Na capital federal, o amor bate cartão? Os garçons pedem propina? Poesia, só das 9:00 às 18:00? Existe um setor urbano  para cada sentimento?

No sábado 27 os paulistanos poderão tirar essas e outras dúvidas sobre a cidade de JK, Niemeyer e Lucio Costa via literatura. Lançaremos na Pauliceia o livro 50 Anos em Seis – Brasília, Prosa e Poesia.

Detalhes no blogue do projeto (é só clicar na imagem ao lado).

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50 Anos e seis contentes

08/06/2010

Foi bão demais o lançório do livro do nosso sexteto. O lance é que este pobre pastor de zebras está numa roda-vida de trabalho, quase sem respiro, que já passa de três semanas. Daí, o desnaturamento involuntário. Por isso, vou terceirizar os relatos: no blogue do projeto estão as repercussões e algumas fotos.

Ali também consta a lista de livrarias que vendem o 50 Anos em Seis – Brasília, Prosa e Poesia. Como se trata de uma produção “indy” (ah, literatura rockeira…), nós também estamos vendendo o dito cujo de mão em mão. Assim, quem quiser comprar um pode me dar um alô por aqui.

A Fernanda Barreto contou mais sobre o bate-papo inaugural no T-Bone, com graça, no blogue dela.

Lançamento na quinta, 20

16/05/2010

É nesta semana o lançamento do nosso livro coletivo em homenagem ao cinquentenário da capital federal, 50 Anos em Seis – Brasília, Prosa e Poesia.

André Giusti, Fernanda Barreto, José Rezende Jr., Liziane Guazina, Nicolas Behr e eu bateremos um papo com os leitores no T-Bone.

Esta linda capa é do Bruno Schürmann, sobre foto de Patrick Grosner.

Detalhes no blogue do projeto: http://brasilia50anosem6.wordpress.com/

Cheiro no twitter

13/09/2009

A leoa vai piar.

Com um respeitável delay, este blog e seu pastor aderiram ao twitter. Da utilidade informativa e social do cujo eu nunca tive dúvidas, mas adiava o embarque por uma certa preguiça de mais conexão e dispersão – são fontes demais para isso hoje, não?

Como aqui, meio ambiente, literatura, comunicação e Bras-Ilha serão assuntos na certa. E me parece um bom lugar para servir as tradicionais iscas de zebra.

Em tempo: estamos lá com nome de fabricante, não de produto. Como pedro_biondi (já havia um eu-não-eu sem _ ).

Enfim, que venham as novidades. Agora, picadinhas em 140 toques.

Desenhos e gravuras de Angela Leite na USP

21/05/2009
"Mocó", gravura de Angela Leite

"Mocó", gravura de Angela Leite

De 27 de maio a 08 de junho, trabalhos da artista vão compor a mostra “Trilha Natural Brasileira”.

São 23 desenhos recentes e inéditos e 37 xilogravuras, representativas de suas quatro décadas de carreira.

Comentei a linda obra de Angela – mãe deste orgulhoso pastor de zebras – no texto “Nossos bichos e plantas vertidos em arte”.

A exposição é no Instituto de Biociências da USP. Abertura dia 26, às 19 horas. O caminho-das-pedras taqui no Overmundo, onde é possível votar para manter o texto de divulgação em destaque.

Era uma vez… no seu celular

04/10/2008

Trinta microcontos, um por autor, serão enviados por SMS para 2 mil usuários de telefonia. É o projeto Literatura Celular, do qual este pastor de zebras é um dos participantes.

São textos/torpedos de até 120 toques, incluindo título e nome do escritor. Enfim: uma história contada num abs.

Como curador, Marcelino Freire convidou também: Alberto Guzik, Alessandro Buzo, Ana Rüsche, André de Leones, Evandro Affonso Ferreira, Fernanda Siqueira, Ferréz, Flávio Viegas Amoreira, Ivana Arruda Leite, João Silvério Trevisan, Lirinha, Luciana Miranda Pennah, Livia Garcia-Roza, Lourenço Mutarelli, Marcelo Ariel, Marcelo Rubens Paiva, Maria José Silveira, Mário Bortolotto, Maurício de Almeida, Menalton Braff, Moacyr Scliar, Modesto Carone, Paulo Lins, Raimundo Carrero, Reinaldo Martins, Ronaldo Cagiano, Sacolinha, Sérgio Roveri e Verônica Stigger.

Marcelino, aliás, foi um dos responsáveis pela febre em torno desse tipo de ficção, quando teve a sacada de organizar Os Cem Menores Contos Brasileiros do Século.

Para receber os microcontos por SMS é preciso cadastrar o número da linha aqui. Tem que ser Claro ou Vivo, do estado de São Paulo.

O projeto faz parte da Mostra Sesc de Artes 2008. O envio de textos para os celulares vai do dia 8 ao 18.

Todos os membros

07/09/2008

(atrás umas paredes não muito brancas)

(que as palmas espalmam)

(enquanto o resto olha pro alto)

(pensa em futebol)

(sei lá)

Na sala do exame médico estão todos os futuros membros da corporação.

Os que não vão entrar também:

– O senhor é torto para a esquerda.

O elogio do Flávio e as coordenadas na bienal

13/08/2008

Tinha comentado ontem a declaração do Flávio Moura, curador da Flip deste ano, sobre o Cheiro de Leoa. É a dica de leitura dele na 20ª Bienal do Livro – vejam que legal:

“A ênfase na sonoridade, no ritmo e na criação de palavras e de jogos de sentido forma um universo de experimentação vivo e coeso. E, o que é melhor, o livro não tem nada de sisudo. Pedro escapa das armadilhas associadas a esse tipo de prosa com muita graça e jogo de cintura.”

O Flávio é um cara supercriterioso e que lê à beça. Imagino que recebe feixes de lançamentos a cada semana. Pra lá de bem-vinda a aprovação dele!

E minha participação na bienal será no estande da Editora Limiar, na Travessa Literária O. Domingo, das 16 às 17, como tinha adiantado. No site do evento tem mapinha.

Que tal aparecer pra dois dedos de prosa?

Leoa bem recomendada na Bienal do Livro

12/08/2008

Extra! No domingo (17) estarei na Bienal do Livro, das quatro às cinco da tarde, para autografar minha cria – sim, a que dá nome a esta vereda digital.

Outra ótima nova é o comentário elogioso que o jornalista Flávio Moura, curador da Flip, fez sobre o livro. Saiu na Folha de S.Paulo, na Revista da Folha” do último domingo.

Bert Glibbery

Foto: Bert Glibbery

Amanhã, as coordenadas e o comentário nesta praça aqui! Mas já avisem os chegados, pliz, já avisem os chegados…

No ar, mil textos de Aloysio Biondi

10/06/2008

Sete anos de catalogação de material impresso, pesquisas em bibliotecas públicas, festas e venda de camisetas para levantar recursos, visitas a jornais, discussões via e-mail, construção de página na internet, escaneamento, xerox e digitação, mutirões de inserção de textos. O resultado? Mil artigos e reportagens no ar. Essa é a marca comemorada neste neste maio pelo projeto O Brasil de Aloysio Biondi (www.aloysiobiondi.com.br), que sistematiza a obra do jornalista, vencedor de dois prêmios Esso e apontado como um dos nomes de referência do jornalismo econômico no Brasil.

Entre os temas abordados estão soberania nacional e dependência externa, privatizações e o papel do Estado, agricultura, emprego e renda, meio ambiente, direitos do consumidor e ética jornalística. Até o momento, o acervo online  abrange a produção de Biondi – meu pai – nas décadas de 60, 70, 80 e 90, incluindo as matérias com que ele venceu o Prêmio Esso.

A página, toda em em software livre, traz também depoimentos de Aloysio Biondi em áudio e vídeo, além de fotos de momentos marcantes de sua carreira e de sua vida e reproduções fotográficas de alguns de seus principais trabalhos. Estão ali, ainda, testemunhos sobre ele escritos por Luis Fernando Verissimo, Emir Sader, Washington Novaes, Janio de Freitas e Ziraldo, entre outros. Outro destaque é o perfil biográfico do jornalista elaborado por Thais Sauaya Pereira como trabalho de conclusão de curso na Faculdade Cásper Líbero.

O site, no ar desde dezembro, foi montado a partir do projeto de memória de Biondi, iniciado em 2000, ano de sua morte. Trata-se de um projeto coletivo, que reúne mais de 50 pessoas em participação voluntária. Colaboram parentes, amigos, ex-alunos e leitores do jornalista. Contabilizando os que ofereceram colaborações mais esporádicas – revisar um texto, por exemplo -, o número de participantes passa de 200. A programação e o desenvolvimento são de Vitor Reis e Isabela Fernandes, ao passo que a criação e o design couberam a Renato Almeida Prado.

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