Foi prorrogada até o dia 20 a exposição da artista plástica, que já comentei aqui, na Estação Pinacoteca, em Sampa.
Vale muito a pena. A mostra está bonita, representativa da obra dela. Tem nanquins, do início de carreira, que resultam de uma verdadeira teia de grafismos; litogravuras mais minimalistas e que compõem uma espécie de natureza-morta da vida doméstica; delicados desenhos de observação; outros que mergulham no surrealismo e trazem referências à linguagem dos quadrinhos. E retratos e nus, gêneros em que ela é craque.
Acho que só faltou um toque “cênico” na disposição dos trabalhos, coisa que Ely também faz muito bem.
Para uma exposição mais completa, ali estariam também belíssimas pinturas a óleo e interessantes recriações em que o mobiliário vira conceito ou mesmo personagem.
Deixo aqui mais um desenho como amostra da produção de Ely. E o link do onde/quando/etc. para os navegantes da paulicéia.
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