Em julho conheci a Aldeia Ipatse, a principal do povo Kuikuro, uma das etnias que habitam o Parque Indígena do Xingu. Foi rápido (dia e meio), mas marcante. O grande Washington Novaes, que retratara o Xingu duas décadas antes, havia voltado à região em 2005 para registrar as transformações nos costumes dos índios e no ambiente. Nesse dia lançou ali a nova série de documentários, exibida na rede pública de TV.
Uma das matérias que publiquei na Agência Brasil mostra os trabalhos do Coletivo Kuikuro de Cinema, jovens que vêm fazendo uma combinação interessante entre registro das tradições e do dia-a-dia de seu povo e criação ficcional. Também eles exibiram produções audivisuais na sessão.
Outros textos da viagem estão disponíveis aqui, em página de busca da Agência Brasil. Mostram, por exemplo, o cercamento do parque pelo agronegócio, os conflitos entre as gerações nas aldeias e as pesquisas de arqueólogo que aponta a existência de uma civilização xinguana milenar.
Tags: agronegócio, aldeia ipatse, amazônia, antropologia, arqueologia, audiovisual, índios, índios kuikuro, cinema, civilização xinguana, civilizações, civilizações amazônicas, civilizações pré-colombianas, comunicação, conflito entre gerações, costumes dos índios, costumes indígenas, cultura, desenvolvimento sustentável, desmatamento, documentário, hidrelétricas, idosos, jornalismo, jovens, mato grosso, meio ambiente, michael heckenberger, nação xinguana, parque indígena do xingu, povo kuikuro, recursos hídricos, reportagem, rios, vídeo, washington novaes, xingu
Outubro 23, 2008 às 6:03 pm |
tah fraco ,só fala de uma tribo po.
Outubro 24, 2008 às 6:42 pm |
Oi, Gabriella,
como contei, foi uma visita rápida, e só estive em uma aldeia. Não tive nenhuma pretensão de esgotar o assunto!
De todo modo, indiquei algumas páginas para quem quiser mais informação.
Confira: http://pedrobiondi.wordpress.com/2008/06/29/links-indigenas/